Se Marco Marques e os seus colegas não andassem todos os dias serra acima e serra abaixo a dar conta das acácias, o mais provável era: os caminhos que nos levam aos monumentos não existirem mais e as inúmeras plantas exóticas que há muito lá foram plantadas já terem morrido.
“A acácia é uma planta invasora, que rapidamente se dispersa sem a intervenção humana. Bloqueia as estradas, não deixa as outras árvores crescer e acaba por fechar trilhos e outros acessos necessários aqui na serra”, explica o operador de máquinas, nascido e criado no concelho de Sintra. O problema, segundo Marco, resolve-se arrancando as árvores desde a raiz, garantindo que as sementes não se espalham pela terra, ou cortando-lhe um bocado da casca, acabando assim por morrer e sendo posteriormente removida.
Marco Marques
Um santuário erguido por devoção popular
Santuário da Peninha
alce os ténis, leve um casaco (pelo sim, pelo não), pegue na máquina fotográfica e confira a meteorologia antes de sair de casa. O caminho até
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ao Santuário da Peninha, inserido num complexo formado por uma antiga ermida e um palacete romântico do início do século XX, é longo e pode custar a quem tem menos pedalada – afinal encontra-se num dos cumes da Serra de Sintra. Mas assim que lá chega acima vê que tudo valeu a pena: fica a 488 metros de altitude e dá para ver desde o Cabo Espichel, a sul, até à Ericeira, a norte, em dias de céu totalmente limpo.
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